Chupa minha buceta? 

É. Assim mesmo, sem reservas.

Os pudores e "liricismos" dos meus poemas não me acompanham até a cama. Aqui, somos só eu e você. 

Vem! 

Me lambe, me come, me deixa escorrer, me esfrega. Me bota ajoelhada aos seus pés e bate esse pau melado na minha cara, gira o bico dos meus peitos entre os dedos. Me chama de vadia enquanto eu engulo sua rola, me deixa sentar rebolando na sua cara até eu gozar gritando. Me vira de quatro pra você lamber meu cu e sentir meu grelo molhado na ponta dos seus dedos. 

Longe dos meus papéis, é assim que eu faço, e não deixo espaço para floreios. Dispa-se dos seus medos, anseios e inseguranças e deixe-os ao lado das minhas canetas. Prometo cuidar com carinho deles nos meus versos. Mas agora... Bem...

Onde estávamos mesmo? 

Ah, sim. Na minha buceta. 

Chupa vai??? 

DESPUDORES